É muito comum conflitos emocionais na vivência de sentimentos ou situações que causam constrangimentos pessoais. Por vezes, relacionam-se com assuntos que a pessoa acredita ser reprovado pela sociedade.

O medo de imaginar que é “louco” ou a vergonha na forma de pensar, sentir ou desejar algo, por acreditar estar fora dos padrões socialmente julgados como “normais”, podem impedir que a pessoa procure ajuda psicológica.

Esses conflitos tornam-se cargas pesadas que a pessoa pode carregar por anos e anos. Com isso, o mal-estar emocional aumenta e faz com que o sofrimento reflita em sua rotina pessoal e social.

Na psicoterapia, o paciente tem a oportunidade de revisar seu olhar sobre si mesmo, verbalizar pensamentos difíceis de serem expostos e ressignificar muitos sentimentos, dissipando, assim, tensões e angústias.

O psicólogo é o profissional preparado para acolher cada indivíduo em sua subjetividade e singularidade. Sem julgamentos ou críticas, a psicoterapia promove segurança para que o paciente fale sobre tudo que o afeta. O que importa no processo psicoterapêutico é a verdade de cada paciente.

Claro que cada pessoa terá o seu próprio ritmo para expor os seus conflitos, principalmente aqueles que causam mais vergonha ou medo, e isso é respeitado pelo psicólogo. Além disso, esse ritmo ajuda o profissional a compreender o comportamento de cada paciente.

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